Há jogos que a gente joga. E há jogos que nos marcam para sempre. Battlefield sempre foi esse segundo tipo pra mim. Não era apenas um jogo de guerra — era um lugar onde eu e meu filho, o Leo, nos encontrávamos. Ele era o “Mighty”, o parceiro que sempre me chamava pra mais uma partida, o garoto que ria quando eu errava o tiro, e vibrava quando a gente vencia uma rodada apertada. Ali, entre explosões e risadas, pai e filho estavam lado a lado. Não importava o mapa, a missão, o placar — o que importava era estarmos juntos. O tempo passou, a vida mudou… E hoje, ao jogar Battlefield 6, senti algo que há muito tempo não sentia: como se o Leo estivesse ali comigo, mais uma vez. Quando o jogo começou e o som dos helicópteros ecoou, meu coração acelerou como antes. Cada detalhe — o vento batendo nos destroços, o brilho das explosões refletindo na água, a imersão total — me fez lembrar dele. E, por um instante, tudo parecia igual aos velhos tempos. Battlefield 6 é mais que um jogo incrível. É uma experiência que toca quem já viveu algo real dentro desses mundos digitais. O novo sistema de classes é impecável, os gráficos são absurdamente lindos, e o desempenho está fluido, estável, vivo. Mas o que realmente me pegou não foi a tecnologia. Foi a emoção. Foi a sensação de estar de volta a um lugar onde deixei parte de mim — e onde reencontrei o Leo, nem que por alguns segundos. Pra muitos, é só mais um Battlefield. Pra mim, é um abraço de volta. É um lembrete de que a conexão que criamos através dos games nunca morre. Que o amor atravessa até mesmo os cabos, as telas, os anos. Obrigado, DICE. Obrigado por me devolver esse sentimento. Por me lembrar que, de alguma forma, o Mighty ainda está jogando ao meu lado. 10/10 — Pela guerra, pela saudade, pela eternidade. There are games we play. And there are games that become a part of who we are. For me, Battlefield was always the latter. It wasn’t just a war game — it was a place where I met my son, Leo. He was “Mighty” — my partner in chaos, the one who laughed when I missed a shot and shouted “Let’s go!” when we captured a flag together. Some fathers and sons go fishing or play soccer. We went to war together — side by side, on digital battlefields filled with explosions, laughter, and teamwork. Time passed. Life changed. And today, when I loaded up Battlefield 6, I felt something I hadn’t felt in years: as if Leo was right there with me again. When the match began and I heard the sound of choppers cutting through the sky, my heart raced just like it used to. Every detail — the wind sweeping across the ruins, the reflections on the water, the chaos that somehow feels alive — it all brought him back to me. For a brief, precious moment, it felt like the old days again. Battlefield 6 isn’t just an amazing game. It’s an experience that touches those of us who once found real connections in these virtual worlds. The new class system is brilliant, the graphics stunning, the performance smooth and flawless. But what truly moved me wasn’t the technology. It was the emotion. It was the feeling of returning to a place where part of my heart still lives — and finding Leo there, waiting for me, controller in hand. For many, it’s just another Battlefield. For me, it’s a reunion. A reminder that the bonds we create through games never really die — that love travels beyond screens, beyond time, beyond life itself. Thank you, DICE. For bringing back not just the war… but the memories. For reminding me that, somehow, Mighty is still out there — playing right beside me. 10/10 — For the battle, for the love, for eternity.
Minha análise fica em duas partes. Campanha: A campanha do game é bem fraca, não espere uma aventura épica nos campos de batalha do BF6, nada de revolucionário no game que todos já não tinham visto em outros games. Historia bem rasa e sem graça, no geral a história é bem confusa, você mal consegue entender o porque está ali lutando a aquela guerra, outro ponto principal, em que o game falha miseravelmente, é que, os personagens principais não tem carisma nenhum, todos ali são totalmente esquecíveis ate mesmo o vilão, se retirá-lo do game não fará falta alguma para a história. A jogabilidade é ok, mas a qualidade técnica do game é horrorosa, você atravessas os bonecos do seus companheiros, algumas horas eles ficam bugados e travam nos objetos ou uns nos outros, inteligencia artificial dos inimigos é medonha e nem adianta aumentar a dificuldade, porque eles continuaram burros do mesmo jeito, isso serve para os aliados também. Campanha é bem curta, 6 horinhas você zera na dificuldade maior do game. Nota 5 de 10 para campanha. Multiplayer: É aqui que o game brilha, jogabilidade muito boa, sem firulas dos CODs atuais, que tem aquela movimentação exagerada, o BF6 é bem pé mo chão, os bonecos não pulam feito cangurus no chão e nas paredes ou slida feito esquiadores por vários metros e o tempo todo rsrsrs, ate porque, você será muito penalizado por isso na mira da arma. Você não precisa ficar tryhardando no game o tempo todo e dando a vida a cada partida para jogar minimamente bem. Falando em armas, elas estão bastante balanceadas, não tem tanto recoil como um CS da vida. Os veículos estão muito bons, curva de aprendizagem bastante rápida para aprender a dirigir um tanque ou voar com uma jato ou helicóptero, claro, para ficar bom com veículos no game, tem que ter bastante dedicação principalmente com veículos aéreos. Mas no geral é um multiplayer muito gostosinho de jogar e viciante também. Nota 9 de 10.